É isso aí
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre
É isso aí
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua
Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar
É isso aí
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade
É isso aí
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos
A escolher seus amores
Eu não sei parar de te olhar
Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar
De olhar
Letra de É isso aí
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre
É isso aí
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua
Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar
É isso aí
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade
É isso aí
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos
A escolher seus amores
Eu não sei parar de te olhar
Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar
De olhar
letra de É isso aí
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre
É isso aí
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua
Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar
É isso aí
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade
É isso aí
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos
A escolher seus amores
Eu não sei parar de te olhar
Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar
De olhar
letra de ana carolina e seu jorge
sábado, 25 de dezembro de 2010
esperança
há um renascer de amor
onde antes só havia cinzas
há uma esperança renovada
que o coração há muito tempo aguarda
há padrões que se tentam integrar
mas dos quais fujo
estou feliz
como há muito não me sentia
com uma confiança na vida
no amor
na humanidade
já há muito tempo exasperada
confio em ti e nem sei porquê
confio no que sinto
e pela primeira vez não tenho medo
e ao mesmo medo não tenho esperança
estou a aproveitar ao máximo
tudo o que estou a sentir
e se por acaso te fores embora
vai sempre valer apena
porque me fizeste voltar a acreditar
em tudo o que tinha há muito tempo
perdido a fé
hoje tenho a esperança e o pedido
esperança que tudo vai ser melhor
pedido que desta vez seja
hoje co-crio que tu és tudo
tudo o que eu podia desejar
agradeço
por esta oportunidade
de voltar a acreditar
a confiar
em tudo o que tu és
em tudo o que eu sou
e em tudo o que nós representamos
onde antes só havia cinzas
há uma esperança renovada
que o coração há muito tempo aguarda
há padrões que se tentam integrar
mas dos quais fujo
estou feliz
como há muito não me sentia
com uma confiança na vida
no amor
na humanidade
já há muito tempo exasperada
confio em ti e nem sei porquê
confio no que sinto
e pela primeira vez não tenho medo
e ao mesmo medo não tenho esperança
estou a aproveitar ao máximo
tudo o que estou a sentir
e se por acaso te fores embora
vai sempre valer apena
porque me fizeste voltar a acreditar
em tudo o que tinha há muito tempo
perdido a fé
hoje tenho a esperança e o pedido
esperança que tudo vai ser melhor
pedido que desta vez seja
hoje co-crio que tu és tudo
tudo o que eu podia desejar
agradeço
por esta oportunidade
de voltar a acreditar
a confiar
em tudo o que tu és
em tudo o que eu sou
e em tudo o que nós representamos
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Ao meu coração
Algures no tempo-espaço
nesta eternidade em que me afogo, afago
há um mundo encantado perdido
que não se descobre por estar escondido
no mais profundo da minha alma amena
onde a solidão e o amor se espelham
e se aconchegam
há algo perdido no tempo
algo que perdi no tempo
réstia de essência
essénia
que o rosto não deixa escapar
há algo no peito que queima
como uma ansiedade de muitas vidas
alheadas até de paz
e algures no peito há algo que a vida não deixa escapar
algo que o coração
algum coração superior tenta arranjar com as duas mãos
há algo que vai para além da compreensão mais pequena do meu mundo
e do meu desespero por tentar ser eu
seja lá o que eu, for
algo de criação que não se despede
que teima em tentar
e depois
há o meu amor, que teima em amar
Filipa Faustino
nesta eternidade em que me afogo, afago
há um mundo encantado perdido
que não se descobre por estar escondido
no mais profundo da minha alma amena
onde a solidão e o amor se espelham
e se aconchegam
há algo perdido no tempo
algo que perdi no tempo
réstia de essência
essénia
que o rosto não deixa escapar
há algo no peito que queima
como uma ansiedade de muitas vidas
alheadas até de paz
e algures no peito há algo que a vida não deixa escapar
algo que o coração
algum coração superior tenta arranjar com as duas mãos
há algo que vai para além da compreensão mais pequena do meu mundo
e do meu desespero por tentar ser eu
seja lá o que eu, for
algo de criação que não se despede
que teima em tentar
e depois
há o meu amor, que teima em amar
Filipa Faustino
sábado, 4 de dezembro de 2010
Um Olhar mais profundo
Vivemos num mundo de ilusão e no entanto é bem real para cada um de nós. Num mundo material que não o é (sabe-se que a um nível profundo a matéria não existe), na dualidade que não passa de outra ilusão.
Precisamos “olhar” a vida num nível cada vez mais profundo para podermos sair da ilusão e “vermos” quem na realidade somos.
Na minha “percepção” somos uma “gota” de um imenso “oceano”, que quando se dilui se torna no tamanho dele, que continua a existir (ela não desaparece), mas do tamanho do universo.
Mas o que nos impede de lá chegar? Do meu ponto de vista o nosso ego, porque quando queremos alguma coisa (ser grande, por exemplo), quem o quer é só o nosso ego, e é precisamente o ego que nos impede de sermos o nosso verdadeiro Ser.
Precisamos de entender que não temos que ser mais do que ninguém, e que afinal o outro não está “lá fora”, mas “dentro”. Claro que há uma causa profunda para sentirmos e agirmos de uma determinada forma (esta matéria dá para um livro, mas esta nota não tem esse propósito).
Para a “gota” se diluir, primeiro precisamos ser uma “gota”, ou seja ser alguém com identidade própria, não ser uma imitação de outra pessoa, ou viver dentro de um “molde” que a sociedade, ou a suposta moral nos “impõe”. Precisamos desenvolver uma identidade, e só depois estamos em condições de nos diluirmos, senão vamos diluir o quê, se não há nada para diluir?
Portanto numa primeira fase é importante desenvolver o ego, porque sem ele não podemos chegar ao “oceano”. Quando entendemos que é preciso desenvolver uma identidade, paramos de olhar para o ego dos outros e “trabalhamos” o nosso.
E porque fazemos isso? Na realidade quando vemos algo no outro que não gostamos, “apontamos” o dedo, porque precisamos de cura (ficamos incomodados), e em vez de termos essa consciência, tentamos nos livrar desse incómodo tentando mudar o outro. O “problema” não está fora de nós, mas sim dentro.
Fernando Faria
Precisamos “olhar” a vida num nível cada vez mais profundo para podermos sair da ilusão e “vermos” quem na realidade somos.
Na minha “percepção” somos uma “gota” de um imenso “oceano”, que quando se dilui se torna no tamanho dele, que continua a existir (ela não desaparece), mas do tamanho do universo.
Mas o que nos impede de lá chegar? Do meu ponto de vista o nosso ego, porque quando queremos alguma coisa (ser grande, por exemplo), quem o quer é só o nosso ego, e é precisamente o ego que nos impede de sermos o nosso verdadeiro Ser.
Precisamos de entender que não temos que ser mais do que ninguém, e que afinal o outro não está “lá fora”, mas “dentro”. Claro que há uma causa profunda para sentirmos e agirmos de uma determinada forma (esta matéria dá para um livro, mas esta nota não tem esse propósito).
Para a “gota” se diluir, primeiro precisamos ser uma “gota”, ou seja ser alguém com identidade própria, não ser uma imitação de outra pessoa, ou viver dentro de um “molde” que a sociedade, ou a suposta moral nos “impõe”. Precisamos desenvolver uma identidade, e só depois estamos em condições de nos diluirmos, senão vamos diluir o quê, se não há nada para diluir?
Portanto numa primeira fase é importante desenvolver o ego, porque sem ele não podemos chegar ao “oceano”. Quando entendemos que é preciso desenvolver uma identidade, paramos de olhar para o ego dos outros e “trabalhamos” o nosso.
E porque fazemos isso? Na realidade quando vemos algo no outro que não gostamos, “apontamos” o dedo, porque precisamos de cura (ficamos incomodados), e em vez de termos essa consciência, tentamos nos livrar desse incómodo tentando mudar o outro. O “problema” não está fora de nós, mas sim dentro.
Fernando Faria
a morte
" Quando uma lâmpada queima, não significa que não há eletricidade. O Ser está em todo lugar. Deus está em todo lugar. A morte acontece, não porque há ausência do Ser, mas sim por causa da destruição do instrumento conhecido como 'corpo'. Na hora da morte o corpo deixa de manifestar a consciência do Ser. Então a morte marca a quebra do instrumento e não a imperfeição do Ser."
" A morte agarra tudo. Tudo aquilo que chamamos de nosso. A morte é a maior ameaça para o homem. Ninguém quer morrer. Somente o mencionar da morte cria medo. Mas a morte é apenas uma experiência como outra qualquer. O homem tem medo devido a sua ignorância em relação a sua própria alma, a força vital e o substratum de sua existência. Ele acredita que deve preocupar-se com sua existência física, que a vida depende do corpo e mais nada. Esse é o seu conceito sobre a vida - de fato, sua vida é baseada no seu mau entendimento. Uma vez que ele dá atenção ao corpo e ao ego, o próximo passo é sua segurança. Ela vai construir um forte ao seu redor. Ele se apega a sua casa como uma forma de segurança; seu emprego ou negócio como outra; e ainda seu status social como mais uma; então vem a família e suas incontáveis posses... Porém, a vida começa verdadeiramente adentro. A vivência real significa que a alma se expressa através dos pensamentos, palavras e ações. A pessoa se torna sem medo uma vez que entenda a natureza imperecível da alma."
" A morte agarra tudo. Tudo aquilo que chamamos de nosso. A morte é a maior ameaça para o homem. Ninguém quer morrer. Somente o mencionar da morte cria medo. Mas a morte é apenas uma experiência como outra qualquer. O homem tem medo devido a sua ignorância em relação a sua própria alma, a força vital e o substratum de sua existência. Ele acredita que deve preocupar-se com sua existência física, que a vida depende do corpo e mais nada. Esse é o seu conceito sobre a vida - de fato, sua vida é baseada no seu mau entendimento. Uma vez que ele dá atenção ao corpo e ao ego, o próximo passo é sua segurança. Ela vai construir um forte ao seu redor. Ele se apega a sua casa como uma forma de segurança; seu emprego ou negócio como outra; e ainda seu status social como mais uma; então vem a família e suas incontáveis posses... Porém, a vida começa verdadeiramente adentro. A vivência real significa que a alma se expressa através dos pensamentos, palavras e ações. A pessoa se torna sem medo uma vez que entenda a natureza imperecível da alma."
diferentes tipos de amor
"Há amor e Amor. Você ama sua família, mas não ama seu vizinho. Você ama seu filho ou filha, mas não ama todas as crianças. Você ama seu pai e mãe, mas não ama a todos da mesma maneira. Você ama sua religião, mas não ama todas as religiões. Você pode até não gostar de outras fés. Da mesma forma, você tem amor por seu país, mas não ama todos os países e, talvez, sinta animosidade em relação a diferentes povos. Portanto, esse não é o Amor real; é apenas amor limitado. A transformação desse amor limitado em Amor Divino é o objetivo da espiritualidade.
Na plenitude do Amor, brota a bela e perfumada flor da compaixão. Quando as obstruções do ego, o medo e o sentimento de 'outro' desaparecem, você não pode fazer nada, a não ser Amar. Você não espera retorno por seu amor. Você não se importa em receber nada; você simplesmente flui. Quem quer que venha ao rio do Amor será banhado nele, seja a pessoa saudável ou doente, homem ou mulher, rica ou pobre. Qualquer um pode tomar quantos banhos desejar no rio do Amor. O rio do Amor não se importa se a pessoa se banha nele ou não. Se alguém o critica ou insulta, o rio do Amor não percebe. Ele simplesmente flui. Quando esse Amor transborda e é expresso em cada palavra ou ato, chamamo-lo de compaixão. Esse é o objetivo da religião. Uma pessoa que está repleta de Amor e compaixão compreendeu os verdadeiros princípios da religião."
Bárbara Meyer
Na plenitude do Amor, brota a bela e perfumada flor da compaixão. Quando as obstruções do ego, o medo e o sentimento de 'outro' desaparecem, você não pode fazer nada, a não ser Amar. Você não espera retorno por seu amor. Você não se importa em receber nada; você simplesmente flui. Quem quer que venha ao rio do Amor será banhado nele, seja a pessoa saudável ou doente, homem ou mulher, rica ou pobre. Qualquer um pode tomar quantos banhos desejar no rio do Amor. O rio do Amor não se importa se a pessoa se banha nele ou não. Se alguém o critica ou insulta, o rio do Amor não percebe. Ele simplesmente flui. Quando esse Amor transborda e é expresso em cada palavra ou ato, chamamo-lo de compaixão. Esse é o objetivo da religião. Uma pessoa que está repleta de Amor e compaixão compreendeu os verdadeiros princípios da religião."
Bárbara Meyer
The mind
The mind can overcome by chanting any divine name. You see if you practice it regularly, you will have simplicity to focus the mind. When you were singing bhajans, your mind was not troubling you. When you chant, your mind is busy, so it it became hard to think about it became hard that the negativity take over. By chanting, wherever you are, whatever you are doing. By keeping your mind fixed on God. It will help you to open up your heart.
Swami Vishuananda
Swami Vishuananda
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